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iPad o novo Tablet da Apple.

Hoje a Apple apresentou oficialmente o iPad, um iPhone grandão.

Custando de U$499 a U$830 a iPad cria uma nova linha de produtos na empresa do Tio Jobs, os produtos “nem uma coisa nem outra”. Não entendeu? Agente explica: É um iPhone que não liga, nem tem câmera de vídeo, toca MP3 e navega na internet mas não tem capacidade para softwares de terceiros, portanto não é um net ou notebook. É touch screen mas não tem caneta, funciona com os dedos mesmo.

iPad, nem uma coisa nem outra.

A grande novidade está dentro da iPad, o processador A4 de 1GHzda Apple. Um processador potente e que dá conta de tudo que um pseudo-notebook teria que fazer. Há que diga que é um tiro na cara da Intel, e que futuramente a Apple vá embarcá-lo no iPhone, mas isso eu acredito que demora um pouco, por pura jogada de mercado.

Muitos designers adoraram a frase quase jargão de Johnatan Ive ao lançar a iPad:

“É um lançamento daqueles que eu não preciso me adaptar ao produto, mas ele se adapta a mim.”  Johnatan Ive

Mas será mesmo que o Ive acertou nessa frase?

Claro que ele refería-se ao aspecto de poder virar a tablet de qualquer jeito e dos comandos intuitivos já conhecidos pelo iPhone, mas calma lá, vamos analisar de alguns pontos de vista:

1) Design de Produto:

Bom, em linhas gerais, aqui não havia muito o que errar, já que bastava repetir o modelo do iPhone, o que me deixou extremamente curioso foi o formato adotado: 242. x 189.7. Isso dá uma razão de 1.27 bem diferenet dos 1.44 da proporção áurea do papel A4.

Ok, ou o Ive ignorou isso pra definir um novo formato ou simplesmente pegou 9.7 polegadas e adicionou uma borda preta pra poder segurar sem colocar os dedos sobre a imagem.

E porque a borda? Porque no iPhone ea falta dessa borda diminui a área tátil do aparelho, tirando a firmeza ao segurá-lo, e por isso as pessoas não o manueiam próximo das suas palmas da mão, mas segurando-o com os dedos.

Ergonomia: A falta da borda lateral preta no iPhone prejudica a pega.

Amazon Kindle: Você tem espaço pra segurar sem botar o dedo na tela

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Apple iPad: Corrigindo o problema do iPhone com bordas.

Outra coisa que me chama a atenção, é a escolha de vidro como componete de interface primária. Claro, o vidro pode ser resistente e tudo mais, porém se os problemas de fragilidade desse material no iPhone já eram críticos, imagina no iPad. Possíveis usuários estabanados como eu estão perdidos. Imagina dar com a quina da mesa no meio da tela.

o iPhone, bem menos já tem problemas com o vidro, portanto, cuidem-se iPad maníacos...

Isso significa que diferente de um notebook, e principalmente de um iPhone, você não vai poder simplesmente jogar a iPad na mochila ou pasta e sair por aí, caminhando feliz. A mínima torção do case de alumínio pode causar uma verdadeira tragédia.

Uma pequena reflexão: O iPhone mudou o conceito de telefone devido ao uso do touch screen com recursos intuitivos, como os movimentos de pinçar e tudo mais.

Porém no caso da iPad, é a criação de um nicho de mercado, só que com um produto indefinido que é mais um intervalo físico tão obstrutor quanto o velho teclado. É apenas a repetição de uma fórmula já conhecida, e talvez por isso, a falta de ânimo de muita gente.

Você tira o teclado, dá dor no ombro de extender o braço, além de ficar uma mão obstruída. Você põe o teclado dá dor no pescoço  por ficar colado e dor no olho em função da proximidade. Afasta a tela com um teclado wireless, mas a tela fica pequena. E aí? Como usar?

Tudo muito lindo, todo mundo achou leve, mas fique 20 minutos segurando 680  ou 730 gramas nessa posição pra ver o que acontece, você ainda vai apoiá-lo na mesa e sentir saudades de um notebook.

Quase 650 ou 750 gramas (3G), 3/4 de um kilo. Leve? Tente segurar isso por 20 minutos, e você vai acabar apoiando-a em algum lugar...

Mas quem disse que eu vou só ler na iPad? Isso nos leva ao próximo tópico:

2 Design de Serviço

Ok, Tio Jobs repetiu a receita famosa da iTunes Store, com a AppStore e agora com a iBookStore, mas veja bem, repetiu novamente a algema. Nada de baixar livros bagunçados de lugares extranhos. Você até pode subir seu livro pro iPad em formato OpenBook, mas será que pode vendê-lo ou transferir para o MegaUpload? Uhhhhm…

Bom, ao que tudo indica, o grande trunfo da iPad é mesmo sentar e ler uma revista, cheia de interatividade. Mas pera aí, aonde achar essa revista? Claro na iBook Store. Mais do que jornais e livros, nós leremos cada vez mais protocolos menores de informação, consequentemente mais interativos, e vamos compartilhar ainda mais tais informações.

Ok, a iPad tornou-se o veículo de tudo isso, mas será que ela vai combinar com a cultura mashup? Será que vamos poder realmente compartilhar tudo com todos da maneira que nos interessa?

Outra pergunta que ninguém fez: Ebook pra que se ela lê PDF? Mais uma: Revistas interativas tem a velocidade de publicação de uma revista impressa (PDF)? E se compararmos com um portal web?  Desculpe-me, mas acreditar que o potencial da iPad é ler coisas na tela é ingenuidade.

Bom, o segredo está em fomentar o mercado. Uma vez que o Kindle tá suando pra engrenar, a iPad não será diferente, no se define por Ler um Livro.

Bom, com o tempo vamos saber o quanto das considerações acima estão corretas ou não, mas com certeza, a iPad marca o final de uma série de revoluções de interfaces e serviços.

Ao que tudo indica, teremos uma curva pequena de quebra de paradigmas e comportamentos pela frente. Enquanto isso Tio Jobs brinca de distorcer a realidade e fazer novos fãns loucos por coisas lindas, finas e de cantos arredondados. Eu por enquanto gostei, mas não morro se ficar sem uma.

O que acham? Comentem!

Algumas imagens roubadas do Fubiz.net pra vocês:


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Google Nexus One, IPhone killer?

Depois do lançamento oficial do “Google Phone” o Google Nexus One, uma pergunta paira no ar:

“Será que vale a pena comprar um iPhone?”

Google-Nexus-One-Smartphone

O iPhone 3Gs todomundo já conhece, tem tudo que a Apple pode oferecer. Tudo mesmo, mas só da Apple.

O Google Nexus One tem embarcado o Goole Andoid, aquele robozinho verde que ainda não deu muito as caras aquie pelo Brasil, mas que  vem pouco a pouco pressionando o sucesso do iPhone. Muitos comentam que basta apenas a Nokia passar a gostar do rodozinho verde e bum, adeu Apple.

Do ponto de vista do design de interface, o Google Nexus One replica mais a GUI de um computador, o contrário do iPhone, que teve uma remodelagem totalmente convencionada para o uso portátil.

Um exemplo disso é a função  ”alt+TAB” ou “command+TAB” para exibir os aplicativos inicializados que o Google Nexus One disponibiliza. Essa função foi sumáriamente excluída do IPhone OS.

Algumas outras diferenças vocês conferem neste excelente vídeo produzido pelo pessoal da http://www.technobuffalo.com/, em comparação das principais funções entre o Iphone 3GS e o Google Nexus One.

Agora a resposta definitiva para a pergunta lá encima, eu respondo com mais esse vídeo aí embaixo, que mostra o Google Nexus One rodando elemtos em Flash.

A conclusão é de vocês. O que acham?


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